
Moral, o que queres tu de mim?
Bem sabes que provei do fruto do inconsciente.(I.A.M² - 31/08/2009)
Jurando que sei o que faço
atrevo-me a colocar palavras
Unicas em um pedaço de papel
no qual tento achar algumas rimas
ou algo mais.
Liberar todas as sensações que, talvez,
o teu nome ou simplesmente o teu cheiro
me fazem sentir.
Lendo e relendo os meus pensamentos
tentando te eternizar em pequenas, reles,
frases soltas.
Imaginando quão tolo e rubro ficaria ao te
mostrar.
Apagando e riscando tantas linhas
sem nem ao menos pensar no que escrevo.
Nada além de você ocupava minha mente,
agora só você e um
Acróstico.
(I.A.M² - 25/08/2009 - final de um dia em branco)
Eu escrevo para me sentir melhor, para me sentir completo e realizado como pessoa, como o que eu acho que sou, como ser humano. Pois quando escrevo, me liberto, aparentemente, de quase tudo o que me apavora e me consome de maneira impiedosa...
Confesso que às vezes escrevo porque tenho necessidade de 'expor' o que penso, o que sinto, sinto que tenho que passar para o papel tudo o que de mais proveitoso, ou não, vivenciei, enfim, o que quero dizer, mesmo que isso seja lido apenas por mim.
Escrevo não para ser lido ou compreendido e decifrado por alguém... Se bem que em certas ocasiões deixar algum entendimento a cargo do 'destinatário' do texto é um tanto divertido. :D Escrevo apenas por mim e para mim. Mas se de alguma maneira o que eu escrevo interessar e despertar a opinião de alguém, não me incomodo de forma alguma com isso. Apenas escrevo, escrevo e escrevo. Deculpem-me a demora em postar mais algumas letras por aqui. :D